A Jornada Mundial da Juventude

Capa-logo-e-temaCheguei ao Rio de Janeiro logo na manhã do dia 23, data que marcaria o início da JMJ Rio 2013. Já na rodoviária, era visível a movimentação por conta do evento. Na área de desembarque, voluntários estavam devidamente identificados para dar informações aos peregrinos, uma área de descanso, com a cara e as cores do Brasil, foi montada para aqueles que chegavam das diversas partes do mundo.

Segui para Copacabana, onde retirarei minha credencial e kit de repórter. Uma estrutura gigantesca foi montada no Forte de Copacabana

o kit imprensa

o kit imprensa

para jornalistas, fotógrafos, cinegrafistas. Um auditório para coletivas, um mar de computadores, banheiros, lanchonete e até uma loja oficial à disposição de todos que cobririam o evento. Releases em vários idiomas eram disponibilizados todas as manhãs.

Segui até a casa de uma amiga que me hospedaria nos dias de Jornada. De lá fomos para o Rio Centro, onde estava acontecendo a ExpoCatólica, exposição com roteiros religiosos de todos os estados do país, estandes de comunidades católicas e diversos shows. Uma opção para os jovens que fugiram da chuva e do frio que fazia em Copacabana. Simultaneamente, nas areias de Copacabana, acontecia a celebração da missa de abertura, presidida pelo Dom Orani. 600 mil jovens se fizeram presentes na celebração que foi acompanhada por muita chuva e frio, o dia, foi considerado o dia mais frio do ano no Rio de Janeiro.

 

Na quarta-feira, Papa Francisco saiu do Rio de Janeiro com destino a Aparecida, mas nem por isso o dia foi vazio para os jovens que participavam da Jornada. Nas paróquias espalhadas pelo Rio, os jovens se dirigiam para catequeses, em 264 locais, presididas por bispos e arcebispos, em 25 idiomas.

Show do Pe Rafael Contini emocionou jovens no Colégio Santa Marcelina

Show do Pe Rafael Contini emocionou jovens no Colégio Santa Marcelina

Durante a noite, eventos culturais organizados pelas paróquias marcaram o fim do dia. No colégio católico, Santa Marcelina, 870 jovens de 18 países estavam hospedados, a noite seguiu com o show “Cale o ópio” do Padre Rafael Contini. Que, usando da poesia, fez os sentimentos transbordarem entre os jovens rompendo a barreira do idioma.

Aliás, idioma foi uma das coisas que menos importou para os jovens. A comunicação entre eles, não foi barrada pelas palavras, ela se manifestava em sorrisos, abraços e canções.

O dia terminou com a expectativa para as primeiras palavras do Papa Francisco, que viriam na tarde seguinte, na cerimônia de acolhida em Copacabana.

 

A quinta-feira, também começou com catequeses nas paróquias, além delas, os jovens tinham à disposição Padres para se confessarem enquanto elas aconteciam.

Após o almoço, seguimos para Copacabana, era o momento esperado, no qual ouviríamos Francisco pela primeira vez durante a Jornada.

No caminho para Copacabana, jovens da PJ – pastoral da juventude – fizeram um protesto pacífico contra o aborto.

Nas grades que cercavam o trajeto que o Papa faria, jovens se aglomeravam, cerca de duas horas antes do horário previsto para sua chegada.

A acolhida teve a recepção com Padre Fábio de Melo, cantando “Seja Bem-Vindo”. O abraço emocionado, comoveu a todos ao ser transmitido nos telões.

O encontro teve como tema “Mestre, é bom estarmos aqui” (Marcos 9, 2-10). Uma apresentação musical, intitulada “Rio de Fé”, mostrou ao

Jovens caminhavam ansiosos para Copacaba, na expectativa de ouvir as primeiras palavras do Papa

Jovens caminhavam ansiosos para Copacaba, na expectativa de ouvir as primeiras palavras do Papa

Papa a cidade do Rio de Janeiro, por meio do seu povo e sua fé católica. Cinco jovens, um representando cada continente, deram as boas vindas ao Papa, cada qual lhe entregando um presente que representava seu continente. A jovem brasileira, que representava a América, entre lágrimas, leu uma breve mensagem de acolhida e lhe entregou um pau-brasil.

O Papa, sempre com discursos simples, arrancava sorrisos de uma multidão cativada por sua ternura traduzida em palavras, um Papa que ama o povo. “Hoje, vim para lhes confirmar nesta fé, a fé no Cristo Vivo que mora dentro de vocês; mas vim também para ser confirmado pelo entusiasmo da fé de vocês!”. Em todo seu discurso, se dirigiu aos jovens, falou sobre dinheiro e sobre esperança, por fim, terminou dizendo: “a fé é revolucionária. Estão dispostos a entrar na revolução da fé?”, adicionando que “só assim sua vida terá sentido e dará frutos”.

Na sexta-feira, a via crucis emocionou os presentes. Foi o dia em que eu fiquei colada na grade, por 3 horas, no meio do povão – mesmo tendo direito de ficar numa área onde estavam só jornalistas – para registrar a emoção dos fiéis e estar ao lado de amigos neste momento tão emocionante. A quantidade de bebês ao meu redor era enorme, a maior parte deles, argentinos. Ao meu lado, uma pequena de 3 anos, no colo do seu pai e quando perguntei a ela o que ela estava fazendo ali, a resposta simples: “quero ver Francisco”.

Segundos de uma emoção inexplicável, ficar tão próxima de um santo fez meu coração transbordar de alegria

Segundos de uma emoção inexplicável, ficar tão próxima de um santo fez meu coração transbordar de alegria

Ao ver o papa móvel aproximar-se, a multidão ali presente gritava, como quem vê um ídolo, chorava, como a emoção de uma mãe que vê um filho pela primeira vez, ao ver Papa Francisco, os sentidos se perderam, a noção de espaço e tempo, sumiram. Não me perguntem qual a reação da pequena que estava ao meu lado, eu não sei traduzir nem mesmo a minha reação, quem dirá descrever a de quem estava ao meu redor.

A noite seguiu com a representação da Via Crucis, feita por atores consagrados e não – o ator que interpretou Jesus Cristo, foi ator da Malhação. Lágrimas escorriam pelos rostos das pessoas de diversas idades que acompanhavam, como não se emocionar com a lembrança da Paixão de Cristo?

A última estação, representada no palco central, sob os olhos de Francisco, foi apresentado o enterro de Jesus. Depois de recordarmos tamanho amor de um Deus que se fez homem e sofreu por nós, lembrarmos o sentido da cruz que carregamos ao peito, ficou em nós a esperança da ressurreição, ressurreição que dá à cruz sinal de vida.

Na volta pra casa, a fila do metrô ultrapassava 10 quarteirões, fazia voltas e nelas, não se via um sequer jovem triste ou brigando, todos se uniam em cânticos de louvores. Nos trens e ônibus, a alegria era contagiante. O Rio de Janeiro nunca foi tão alegre, colorido e vivo.

 

O sábado, dia da vigília começou cedo para os jovens que peregrinaram 9 km do local da retirada de seus kits de alimentação até Copacabana. No caminho, jovens cantavam e dançavam, não houve quem não se sentiu impulsionado a louvar junto. Moradores da região confirmavam a alegria inédita, cumprimentavam os jovens, filmavam e alguns até lhes ofereciam água.

Jovens montaram acampamento nas areias de Copacabana para acompanhar a vigília e a missa de envio

Jovens montaram acampamento nas areias de Copacabana para acompanhar a vigília e a missa de envio

Antes das 7 da manhã as areias de Copacabana já começavam a ser tomadas, jovens estendiam suas lonas, montavam seus pequenos acampamentos. Muitos chegaram na madrugada para garantir o melhor lugar para acompanhar a vigília e a missa de envio. Não se preocupavam com banheiro ou alimentação, não se preocupavam em dormir ali mesmo, se preocupavam apenas em ver o Papa o mais próximo possível e ouvir atentamente cada uma de suas palavras.

Chegando ao forte, pelo mesmo trajeto cercado onde passaria Papa Francisco, passavam cerca de 1000 pessoas, na chamada Marcha das Vadias, mulheres seminuas, com frases pintadas nos corpos em defesa ao aborto e ao homossexualismo, homens com cartazes defendendo o livre uso do corpo de uma mulher, homossexuais querendo seu reconhecimento através de palavras de baixo calão e agressões à fé católica. Os poucos, foram calados por grupos de jovens que chegavam, estendiam as mãos e por eles oravam, era lindo ver a reação dos jovens católicos, enquanto os manifestantes gritavam e davam de dedo em suas caras, serenamente eles rezavam, alegremente cantavam.

Às 4h da tarde, quando atravessei do forte ao pit, fiz o trajeto de 40 minutos em duas horas. Pelas calçadas, era impossível caminhar, não havia espaço algum. Pessoas já fechavam as grades, para conseguir ver por alguns segundos o Papa. Pelas areias, foram horas caminhando e pulando acampamentos. Cada grupo se arranjou como pode, alguns fecharam suas áreas com cordas e outros com a própria areia delimitavam seus espaços.

Perto das 6h, consegui chegar próximo às grades que cercavam o pit, pedia, juntamente com uma jornalista da PUC Rio, para que as pessoas abrissem caminho, para conseguirmos entrar. As pessoas não abriam com medo de perderem seus locais na grade, tive de ser levantada por um voluntário, que me passou para um segurança para conseguir entrar.

De lá, vi o Papa Francisco chegar, passou com seu sorriso – sempre largo – no rosto, cumprimentou e nele víamos claramente a vontade de parar, de que o carro fosse mais devagar, que pudesse chegar mais perto das pessoas, por quem ele demonstra tanto amor com um simples olhar.

A visão do palco do pit de jornalistas

A visão do palco do pit de jornalistas

Assisti a vigília ao lado de fotógrafos do mundo todo, três irmãs colombianas, me presentearam com uma imagem de Nossa Senhora e uma fitinha com as cores de seu país, um fotógrafo francês me fitava com os olhos, fotógrafos brasileiros sorriam e me davam a frente ao ver meu tamanho. Do alto dos meus 1,59, fotografei o palco no momento em que me emocionava com o testemunho do companheiro de missão e amigo, Felipe Passos. Momento único. Meu coração transbordava pelos olhos, enquanto ele falava, me lembrava de cada dia, desde que recebi a notícia do assalto, ao dia em que fui à Santa Casa na tentativa de visita-lo. Um guerreiro que naquela noite, estava preso a uma cadeira de rodas, mas nem por isso deixou de levantar os outros três milhões de jovens que lá estavam.

Por fim, a adoração. Sem palavras para descrever momento tão lindo, 3 milhões de jovens ajoelhados ao longo de toda praia de Copacabana, olhos voltados para o Cristo, o que se fez carne e o que se fez homem, representado na pessoa do Papa Francisco.

A noite seguiu com louvores por toda praia, grupos com seus violões cantavam, espantando o sono e o frio, outros dormiam, mesmo em meio ao barulho.

 

Ao amanhecer, os jovens aplaudiram o nascer do sol. O dia seguiu com a Santa Missa celebrada pelo Papa Francisco, Missa que celebrou o envio dos jovens que participaram da JMJ Rio 2013 e também o anúncio da sede da próxima JMJ, que acontecerá em 2016, em Cracóvia, naBlog-Acampamento-vigília Polônia.

Em seu discurso, pautado no tema da jornada, o Papa nos enviou, a todos os povos, lugares e regiões, anunciar o evangelho.

“Ide, sem medo, para servir. Seguindo estas três palavras, vocês experimentarão que quem evangeliza é evangelizado, quem transmite a alegria da fé, recebe alegria. Queridos jovens, regressando às suas casas, não tenham medo de ser generosos com Cristo, de testemunhar o seu Evangelho. Na primeira leitura, quando Deus envia o profeta Jeremias, lhe dá o poder de «extirpar e destruir, devastar e derrubar, construir e plantar» (Jr 1,10). E assim é também para vocês. Levar o Evangelho é levar a força de Deus, para extirpar e destruir o mal e a violência; para devastar e derrubar as barreiras do egoísmo, da intolerância e do ódio; para construir um mundo novo. Jesus Cristo conta com vocês! A Igreja conta com vocês! O Papa conta com vocês! Que Maria, Mãe de Jesus e nossa Mãe, lhes acompanhe sempre com a sua ternura: «Ide e fazei discípulos entre todas as nações».” Encerrou assim o seu discurso.

 

Papa Francisco se despediu do Brasil, dos jovens e do Rio com enorme alegria pelo que viveu nos 7 dias que aqui esteve e com um pedido: “rezem por mim.”

Foi  a humildade desse homem que moveu 3,7 milhões de pessoas para buscarem Cristo através dele. Não nos restam dúvidas que Francisco cativou a mim, o Brasil e o Mundo.

 

A Jornada foi uma chama para reavivar nossa fé, para mostrar ao mundo que a igreja católica ainda possui uma multidão de fiéis, Fiéis com letra maiúscula. Para mostrar que toda uma geração ainda busca e quer viver as coisas de Deus. A igreja é viva, é jovem!

(Clique nas fotos para ampliar)

Rio de Janeiro e a pré-jornada – Rumo à JMJ

Na última terça-feira, eu passei o dia na cidade maravilhosa, com muita chuva e um friozinho atípico, acompanhei um pouquinho da pré-jornada nos pontos turísticos e num dos pontos principais em que acontecerá a Jornada, Copacabana. Todo o passeio fiz acompanhada a grávida do ano, minha mamãe linda! (um beijo pra ela)

Comecei o dia recebendo as bençãos de Nossa Senhora da Penha, logo na entrada, faixas saúdam os peregrinos em quatro línguas, fora o português.

De lá, segui para o Corcovado, o ponto, símbolo da Jornada, estava de uma forma que nunca antes havia visto, todo encoberto por nuvens, a visão do Cristo era perfeita, mas da cidade, nada se enxergava, tudo ao redor estava branco, a sensação era de estar verdadeiramente tocando o céu.

Lá, encontrei com um grupo de mais de 100 franceses, todos vindos para a Jornada. Num certo momento, eles se reuniram aos pés do Cristo Redentor e lá, cantaram os hinos da França e das jornadas anteriores. O mais bonito e emocionante do tal grupo, estava no fato de quatro dos jovens serem especiais, com paralisia cerebral, acompanhavam o grupo sem a presença dos pais, todos os demais jovens cuidavam destes e com um carinho visível no cuidado.

Na capela, atrás do Cristo, um grupo de argentinos, bolivianos e colombianos celebravam uma missa em língua espanhola. Já em clima de Jornada, celebravam de forma alegre, com muitos cantos, palmas e uma homilia leve e encantadora, que se não fossem os demais compromissos, ficaria lá até o fim da celebração.

Fui almoçar em Copacabana, palco de alguns dos principais momentos da Jornada, como a Missa de abertura e a Via-Sacra. Os palcos das estações da Via-Sacra estavam praticamente todos montados, as arenas de jornalistas e o palco das celebrações estavam em finalização. Na areia, as tradicionais esculturas de mulheres foram trocadas por esculturas do Papa, com o símbolo da Jornada e miniaturas dos pontos turísticos. Tudo por lá ganha o tom da Jornada.

No restaurante, me deparei com um grupo de jovens vindos do Texas para a Jornada que estavam conhecendo o Rio. Além deles, jovens bolivianos e argentinos também almoçavam o típico churrasco brasileiro (que para mim, como boa sulista, não é tão típico assim, churrasco bom é no espeto e não na grelha! rs). Pude conversar com alguns e todos se mostravam maravilhados com a cidade e com o coração cheio de expectativa para a chegada do Papa Francisco.

Por fim, fui para o Pão de Açúcar, um fim de tarde frio e com muito vento do alto do morro que tem uma das mais belas visões do Rio de Janeiro. Lá, famílias vindas das mais diversas partes, chineses, coreanos, americanos, canadenses, argentinos, conheciam o Rio do alto, todos uniam-se numa só língua ao ver os símbolos da Jornada.

Confira as fotos e o look do dia no RJ! (clique para ampliar) As fotos são minhas e da Maninha fotografia

O clima era frio, mas os corações estavam todos aquecidos. (Vale o aviso para não esquecer de um casaco quentinho, o Rio é tropical, mas o frio também chega por lá). E não se preocupe se você não fala outros idiomas, na Jornada, nos unimos numa só língua, a da fé! Seu sorriso será seu melhor cumprimento aos estrangeiros, não o esqueça em casa, gaste-o! E não o deixe desaparecer pelo trânsito, que já na terça estava congestionado. Deixe o carro e caminhe, solte sua voz – e seu corpo – e junte-se aos demais peregrinos numa canção de louvor e amor!

O que rolou no fim de semana – PHN

Sei que hoje já é quarta, mas ontem foi feriado aqui em São Paulo, minha casa ainda está toda virada e passei o tempo descansando, já que o fim de semana foi totalmente corrido, vou explicar o porquê…

Rolou aqui em Cachoeira Paulista, desde quarta-feira passada, o acampamento PHN – Por Hoje Não, é um dos maiores acampamentos da Canção Nova e totalmente voltado aos jovens. Trás uma proposta nova de vida, de dizer não ao pecado cada dia.

O acampamento começou na quarta, mas na segunda já tinha recebido em casa a Vanessa, amiga minha lá de João Pessoa, na Paraíba, que veio para o acampamento – e me ver, é claro! Como ela vem pra cá poucas vezes no ano, tinha que aproveitar ao máximo, por isso, acabei indo dormir todos os dias depois da 1 da manhã e acordando as 8 para trabalhar. Quando eu durmo menos de 9 horas eu fico morta e super lesada – mais que o normal. Mas valeu o sacrifício!

Na sexta, mais uma amiga nossa chegou e fomos direto para o Terminal Rock, uma atração paralela ao acampamento que os meninos da Banda Conexa promoverão, reunindo pocket shows das bandas católicas de rock, como AUB e Nandah. O AUB, pra quem não sabe, é da minha terra, eles são paranaenses de São José dos Pinhais, pertinho de Curitiba e o som deles, é muuuuito foda (desculpa a palavra)! Se liga num clipe deles, só pra vocês verem como é animal! 

No sábado, além do dia todo com pregações e a Santa Missa, rolou o show de lançamento dos CD’s Além do Hoje e Fogo Abrasador, do Conexa e do Dunga, respectivamente. Ambos estão ótimos! Quem quiser adquire aqui.

No domingo, dia do encerramento, a pregação mais esperada, com o momento de rodar a camiseta.  Pelas fotos dá pra sentir um gostinho, mas só quem participa sabe como é lindo! O encerramento mesmo, foi com a missa do Pe Fábio de Melo. Eu fiz leitura, morrendo de vergonha! Alguém viu?! kkk

Além disso tudo, rolou flash mob, shows, distribuição de youcat, e muito mais! Foram mais de 60 mil pessoas por aqui!

Depois fomos para a casa do tio Dunga, conviver e celebrar mais um ano de sucesso do PHN! Nunca vi o trânsito de Cachoeira tão caótico, levamos mais de meia hora pra sair da Canção Nova.

Confere as fotos, sente o quanto é bom, se anima e ano que vem, vem pra cá! A igreja é viva, a igreja é jovem! (clique para ampliar) As fotos são da Canção Nova, do meu amigo Rodrigo Foggiato e do meu instagram:

Foi um fim de semana entre amigos e com muitas bençãos, quer coisa melhor? Esse foi nosso aquecimento pra JMJ! Faltam poucos dias, como está o seu coração para encontrar com o sucessor de Pedro?

Produtos JMJ

O post sobre o que levar para a Jornada é um dos que mais tem rendido acessos e comentários aqui no blog, todos estão gostando e pedindo mais posts sobre a JMJ.

Hoje, mais um dos que eu havia prometido preparar sai do forno, sobre os produtos oficiais da JMJ, onde comprar e o que comprar.

Camisetas: 

No site oficial da Jornada, você encontra uma lojinha com diversos modelos e cores. São camisetas, baby looks e batas que variam de R$24,90 à R$49,90 e você pode encomendar de qualquer parte do Brasil. A bata com a logo em strass é uma das minhas preferidas!
Na loja da Canção Nova, outros modelos também estão disponíveis. Entre eles, um com estampa da famosa calçada de copacabana, nas cores da bandeira brasileira – pra quem quer customizar, é uma ótima opção. (clique para ampliar)

Acessórios:

Pulseiras, bolsas, bandanas e bonés, pensando no calor do Rio de Janeiro, os acessórios são indispensáveis. Apesar de eu achar que boné não combina com mulher – preconceito, talvez por que eu não goste de usar – os modelos são lindos e delicados, pra quem acha que boné combina com seu estilo, é uma boa opção! Eu prefiro as bandanas, são mais versáteis, você pode usar de 1001 formas! As pulseiras variam de R$6.90 à R$15,90. A bandana custa R$8,40 e os bonés R$24,90. (clique para ampliar)

Pelúcias:

Uma opção fofa para presentear – quem tem amigos de outros países que virão pra Jornada – são as pelúcias, me apaixonei ao vê-las na loja oficial da Jornada. São animais da fauna brasileira com uma camisetinha da Jornada. Cada uma custa R$79,90. (clique para ampliar)

Em breve, um super sorteio com produtos JMJ para vocês, aguardem…

O que usar – JMJ

No primeiro post que falei sobre a Jornada (falei sobre o que levar), fiz referência ao comprimento das roupas e decotes, afinal, a Jornada é acima de tudo um evento religioso. Além disso, seremos todos “mochileiros”, passaremos o dia andando e, na pior das hipóteses, passaremos o dia todo em pé, logo, conforto se faz essencial. Eis a questão: como montar um look estiloso, confortável, sem salto, sem roupas curtas e decotadas?

Algumas dicas podem te ajudar:

♡  Aposte na terceira peça;
♡  Acessórios são capazes de modificar totalmente um look, use e abuse!
♡  T-Shirts podem compor um look estiloso se combinadas com saias longas, cintos ou customizadas;
♡  Calças coloridas e estampadas também são uma boa opção;
♡  Saias e vestidos longos são leves e confortáveis;

Confira algumas dicas de look: (clique nas fotos para ampliar)

Apesar do evento acontecer no “inverno”, o Brasil é um país tropical e o Rio de Janeiro uma cidade de calor o ano inteiro, mas durante a noite o vento pode ser frio, carregue sempre um casaquinho, um cardigan leve, esteja preparado para enfrentar as 4 estações quando sair do alojamento/hotel/hospedagem para os eventos da Jornada.

Mais alguma dúvida sobre o que usar na Jornada? Deixe sua pergunta/sugestão de post nos comentários. Em breve terá um post sobre customização para você deixar sua camiseta da Jornada com a sua cara!